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Espaço de reflexões e compartilhamento de ideias!

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Sobre gatos e mulheres

Olá amigos, faz um tempinho que não posto e por incrível que pareça, algumas pessoas me pedem para escrever neste espaço. Nesta postagem, frei uma breve analogia sobre como mulheres se assemelham a gatos em alguns aspectos, mas não liguem pra minha opinião.


Gatos são animais mais complexos do que cachorros. Mas, assim como tudo no mundo, eles possuem uma lógica. Talvez diferente do que você esteja acostumado, no entanto, é mesmo assim uma lógica.
Quem já teve gatos, sabe que eles não são os maiores fãs de carinho excessivo. Normalmente o gato só demonstra afeição por você poucas vezes no dia e normalmente perto da hora da comida. Porém, se você deixá-lo sozinho por alguns dias, no seu retorno ele vira correndo para perto de você, irá se enrolar entre suas pernas, irá ficar miando e é possível ver até os olhos dele brilharem! Depois de um certo período de tempo no seu colo, o gato percebe que já tem seu carinho e atenção suficiente, ele simplesmente sai do seu colo e continua a rotina dele. E se você seguir o gato para continuar dando carinho ele pode tornar-se agressivo e até miar ferozmente pra você!

Um erro comum entre os homens é tentar aplicar sua lógica a relacionamentos. Mulheres possuem um magnetismo diferente de nós homens para relacionamentos. Não vou entrar em detalhes sobre o que as mulheres querem ou deixam de querer nestas ocasiões, só entenda uma coisa: Tudo que você quer em um relacionamento, pode ser absurdamente ao contrário ou  diferente para mulheres. Enquanto você quer se sentir seguro, ela pode querer se sentir insegura. Enquanto você odeia ficar com ciúmes, ela pode gostar lá no fundo de sentir ciúmes de você, mulheres gostam de sair com homens desejados, pois assim elas sabem que estão ganhando uma “disputa” com outras mulheres. Enfim, esqueça o que você acha, e procure jogar o jogo de maneira a como elas realmente reagem. Mesmo que você ame seu gato, fique fora por uns dias, deixe-ele inseguro e se você praticar essa técnica com equilíbrio, você pode deixar sua “gata” carinhosa por muito tempo.

E como eu disse, não se importe com nada proferido aqui!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Nelson "Gênio" Rodrigues


 É muita emoção, cara! Falar de Nelson Rodrigues é precisar da vida inteira pra isso!

A primeira vez que ouvi falar em NELSON RODRIGUES foi em 1996 pela televisão. Passava uma minissérie na Globo chamada "A vida como ela é". Queria muito ver pelo menos um episódio, mas minha mãe nunca deixava, dizia que não era pra minha idade e que deveria ir dormir, pois tinha aula bem cedo. Depois disso, sempre vinha acompanhando, ora pela TV, ora por conta própria nas leituras que fazia, informações sobre sua vida e produção, principalmente pro teatro. De cara eu me apaixonei pela temática que ele tratava lendo "Perdoa-me por me traíres"e, obviamente, pelas suas frases soltas à base de pensamentos um tanto quanto 'socialmente indecentes'. 

Depois de ler "Engraçadinha", "Vestido de noiva" e "A serpente", configurou-se pra mim um artista muito além daquilo que parecia no início, aliás, até então, o maior de todos. Eu precisava conhecer mais, saber mais sobre o cara que banalizou o sexo, desmascarou as instituições sociais, que critica as relações familiares e mostra sem pudor todas suas mazelas. Tive conhecimento, já na faculdade, de "Beijo no asfalto" e "Bonitinha mas ordinária". Esta segunda, eu mesmo em parceiria com o Antonio Soares defendemos em um seminário. Era curioso que meu amigo precisava de uma nota máxima e eu estava disposto a ajudá-lo e disse: "meu patrão, nós vamos tirar é 10 nesse trabalho, pode botar fé". E quanto tiramos? 10!!!!!  (Deeeeeeeeez!!!) Como poderia tirar uma nota abaixo disso se a temática fazia parte dos meus prazeres desta vida? Foi linda nossa apresentação, momento muito significante em minha vida que nunca vou esquecer!

O trabalho feito sobre o Nelson Rodrigues consegue unir a informação à erudição. Tudo isso de uma maneira acessível, sensível, tranquila, interessante – numa linguagem visual limpa, atraente. Ainda que aqui no Maranhão as homenagens são escassas, fico muito feliz em saber que outras cidades não esqueceram do anjo pornográfico. Eu sempre vou venerar, babar, falar e defender suas obras onde eu estiver, pois pra mim, ao lado do Carlos Drummond de Andrade (que também teve sua obra erótica) e Álvares de Azevedo, são os maiores escritores do nosso país. Queria que em São Luís as homenagens a ele fossem constantes também, como no Rio de Janeiro, mas, "o que dá sentido a existência é o registro", né? Absolutamente ele está vivo nos corações de quem aprecia arte, sobretudo de qualidade, como toda a produção do mestre!

Parabéns pelo centenário, Nelson Rodrigues!!!
Gênio, gênio, gênio, gênio, gênio..... Nao canso de dizer: Gênio!

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Tell Me What You See

Música e poesia sempre falaram por mim, e esta compartlhada, mais uma vez dos Beatles (rsrs) declara no momento exatamente o que quero dizer a menina que gosta dos Back Street Boys (Ninguém é perfeito).
Esta música é do disco HELP!, conhecido como a obra mais colorida da FabFour. Eu não sei o que ela vê neste momento, mas espero que sejam muitas cores, sobretudo as que irradiam felicidade. A vida é muito bonita, ainda mais pintada com cores novas, cores de uma mistura de dois sorrisos.


 Tell Me What You See - The Beatles

If you let me take your heart I will prove to you,
We will never be apart if I'm part of you,
Open up your eyes now tell me what you see,
It is no surprise now what you see is me.
Big and black the clouds may be time will pass away,
If you put your trust in me I'll make bright your day.
Look into these eyes now tell me what you see,
Don't you realize now what you see is me.
Tell me what you see.
Listen to me one more time how can I get through,
Can't you try to see that I'm trying to get to you,
Open up your eyes now tell me what you see,
It is no surprise now what you see is me.
Tell me what you see.
Listen to me one more time how can I get through,
Can't you try to see that I'm trying to get to you,
Open up your eyes now tell me what you see,
It is no surprise now what you see is me.


Beijos, linda!


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Como fazer um roteiro de cinema...

 Um roteiro bem simples e básico que encontrei na internet. Pra você, que assim como eu, gosta de narrativas cinematográficas, principalmente quando são produzidas por você!
Divirtam-se!






Pode não ser o ideal, mas quebra um "galho" beleza, rs! o/

domingo, 22 de julho de 2012

Fora daqui, fora de mim!


Não há erros que não te façam crescer nesta vida, sobretudo aqueles que até uma simples música te faz lembrar dele, como se tivesse te avisando que você errou e ainda que tu consertes, nada será como antes!
Nesse tempo todo de aprendizado pessoal, aprendi a observar as coisas com mais delicadeza e dar valor a situações e momentos que antes eram insignificantes, porque eu estava cego. Aprendi a observar e não julgar as atitudes alheias, afinal, todos nós somos falhos. 

Quando se trata de amor, das coisas do coração, poderia simplesmente falar diversas situações e acontecimentos bons, bonitos, feios e malucos que eu vi. Não, não foi comigo, foi com outras pessoas, com os meus amigos. A partir disso, poderia tentar entender (pra quê?) e comentar sobre o que é certo e o que é errado (existe certo e errado?) numa relação, mas como a música tem a forte característica de falar por nós, não ha palavras mais verdadeiras que estas pra gente se apropriar:

Quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?

Não me afligem os amores surreais ou as paixões avassaladoras, pois é simples defender-se daquilo que se tem consciência. O que me assusta de verdade são os sentimentos fingidos e as atitudes enganosas, pois deles só podem resultar duas coisas: uma eterna ilusão ou infinito desapontamento!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Para Roma com Amor

 E a pergunta que não quer calar desde ontem: Por que Woody Allen é o melhor?
Vi "PARA ROMA COM AMOR" ontem e fui analisar a opinião da crítica, que sempre pega pesado com o diretor que mantém a média de 1 filme por ano. Como em todas as suas obras, sobretudo de comédia, Allen consegue fugir do enfadonho método norte-americano, criando diálogos eficientes e engraçados, concatenando cultura pop e acadêmica sem ser pedante ou chato. Quem mais consegue?

Ressalta-se ainda o caráter crítico que suas obras mostram, ora para criação artística, ora pra sociedade, ainda que veladas. O filme é inebriado de charme e não poderia ser diferente, afinal, assim como em suas últimas obras ela Europa, Allen utiliza e aproveita os requintes arquitetônicos de Roma para se unir ao seu roteiro lindo, tudo bem do seu jeito: sofisticado, prazeroso, genial e, desta vez, bem italiano.

Em uma entrevista recente, Woody Allen declarou: “Não tenho tido prazer com o cinema americano, a maioria da produção é lixo puro. Comédias estruturadas para agradar a meninada. São bobocas, com ideias velhas, sem inteligência, repletas de piadas de banheiro, filmes infantilizados para uma plateia infantilizada, estúpida, ávida por se sentir como se tivesse novamente 16 anos. Hollywood é hoje, com poucas exceções, um reflexo acrítico da sociedade americana”. 

Para Roma com amor prova a capacidade de Woody Allen em criar histórias repetitivamente inovadoras (que paradoxo!), plasticamente admiráveis e sonoramente inspiradoras. Para minha felicidade, sei que no próximo ano haverá outro filme do mestre, e independente do que tenha aparecido aqui ou alí  pela crítica, que quase sempre é despeitada ou vaidosamente puxa-saco, lá estarei eu, nas telas dos cinemas, mergulhando nesse imenso mar de neurose que é o cinema de Woody Allen.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Noite de São João

Noite de São João

Noite de São João para além do muro do meu quintal.
Do lado de cá, eu sem noite de São João.
Porque há São João onde o festejam.
Para mim há uma sombra de luz de fogueiras na noite,
Um ruído de gargalhadas, os baques dos saltos.
E um grito casual de quem não sabe que eu existo.

Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa


(Meu São João é assim, bem assim!)