skip to main |
skip to sidebar
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente
Eu já tinha conhecido o Samuel muito antes do mundo CEFET, antes da família 303, o cara estudava na mesma escola de ensino fundamental que eu. E o André? Bem, esse rapaz, sempre simpático, puxou um diálogo comigo no dia do teste biométrico em que nós alunos tínhamos que fazer, no final das contas nunca descobri a utilidade disso (não sei se ainda existe isso). Iniciando-se as aulas e a necessidade de ter que estudar de forma integral, nos obrigava a passar o dia na escola, eu e Samuel morar no maiobão bem como André na Cidade Operária dificultava a volta pra casa. Foi aí, neste contexto, que os laços se entrelaçaram. Samuel nunca levava comida, o alimento de André era divino e o meu? Bem, o meu era alvo de reclamações diárias, kkk diziam que eu era dono de uma granja, só levava frango. rs! Conosco também almoçavam o Marcos e o Thiago que compravam suas quentinhas. Passar aquelas horas alí no nosso "quintal" era a melhor parte do dia. Comer, descansar, jogar bola, nadar. Tem coisa melhor que isso? Nem nos importávamos para as aulas que procederiam na tarde, sempre chegávamos 20 ou 30 minutos atrasados.
Dispensa qualquer tipo de comentário, abraços!
Sobre tudo ao meu redor, os meus pensamentos, alegrias, angústias e momentos, para isso escrevo aqui
Entre, puxe uma cadeira e sinta-se em casa
Espaço de reflexões e compartilhamento de ideias!
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Soneto de Separação
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distanteSilencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Difícil é esquecer!
Agora estou aqui em meu quarto pequeno, cabisbaixo de tanta tristeza. Não consigo para de pensar em tua covardia, ou em minha coragem idiota suicida, ainda não sei qual termo usar.
- Se morre de amor? - Se alguém me perguntasse isso eu responderia:
- Sim, morre! E enlouquece e não há analgésico.
Gosto de exaltar sentimentos, mas agora só consigo sentir dor. Desespero latente, vindo da morte da esperança que me fazia seguir. Em quê? Acreditando que você voltaria pra mim, mas não, você está com outro alguém. Isso é covardia, você não entende? Só com a certeza do fim é que estou tendo consciência da intensidade da dor da tua partida, da tua ausência em minha vida.
Amanhã vou fingir que estou bem, que você nunca existiu e que eu não te amo. Vou ter que seguir minha vida, continuar a trabalhar, comer, viajar e até sorrir. Mas será falsidade, me sinto meio torto, mais do que o normal. A parte bonita que havia em mim borrou, perdeu-se, secou, azedou.
Não vou dizer que nunca mais escreverei sobre você, mas posso dizer que tentarei. Eu cansei de amar sozinho, de amar errado. Entendi de uma vez que não vamos ficar juntos, mas não quero isso. Entendi que você nao me ama o suficiente para terminar e voltar comigo, que eu não consegui tocar o seu coração como esse outro, a ponto de você já ter feito esforços maiores do que os que não foram feitos em quatro anos. Eu sou tão ruim assim? Entendi. E por isso essas lágrimas insistem em cair descontroladamente.
Quem sabe um dia eu consiga ser uma pessoa melhor e até mesmo bonitinho. Então alguém poderá gostar de mim, quem sabe eu seja amado e todo esse nó aqui suma. Dizem que tudo se supera. Entertanto nesse momento não consigo em pensar amar ninguém, não gosto mais do amor. Só consigo pensar em apagar minha memória, esquecer que você existiu em minha vida. Esquecer essa sua rejeição. Esquecer que eu não sou um homem que nasceu para ser amado e que tenho que me conformar em ser amado nas outras áreas da vida.
Não consigo lhe agradecer por nada, não gosto e não quero hipocrisia. Eu quero pirar e sair por aí, sendo desejado, louco, quero descrer. Acho que nenhum beijo me fará feliz. E se te faz sentir melhor, saiba que eu sou apaixonado por você, mas não consigo dizer que lhe amo mais. Tô com tanta raiva de você que acho que daria um soco se você aparecesse em minha frente, pela sua covardia. Talvez você assim sentisse um pouquinho de dor.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Legalização das drogas: um risco à vida
Como proposta de redação em estudos intensivos para o ENEM e UEMA, passei como temática de redação para os meus alunos o seguinte tema: Drogas e descriminalização. Até os vestibulares, trabalharei com essa prática em sala de aula e publicarei aqui e em meu facebook aquela que mais se destacar em minhas avaliações, como esta da aluna Raniele Costa. Compartilho com vocês e peço que leiam e comentem sobre tais. Obrigado. (O título da redação é o título da nota).
As discussões em torno da descriminalização das drogas são frequentes, causadas pelos embates entre os que qurem a legalização das drogas e o que não aceitam, pois vêem sua liberação prejudicial.
Mesmo com a droga ainda não legalizada, muitas pessoas acabam destruindo suas vidas e consequentemente suas famílias, com a apliação do tráfico que além de colocar cidadãos em uma vida ilegal, gera dependência química por parte dos usuários.
A legalização irá causar mais problemas do que já existem hoje, pois se hoje as pessoas matam, morrem e destroem suas vidas pelas drogas, o que poderá acontecer em um país com tão poucas políticas públicas para um problema de tão alta gravidade.
Entretanto, muitos pensam que a legalização das drogas ílicitas iriam restringir o tráfico, mas o tráfico iria só ampliar-se, pois os traficantes iriam arranjar meios de torná-las ainda mais acessíveis, barateando-as bem mais e concorrendo com o mercado.
Reunindo as consequências e os prejuízos já causados pelas drogas tanto no âmbito familiar, como profissionalmente, constatamos que a legalizaçãoseria o estopim para situação que atualmente já é bem difícil
As discussões em torno da descriminalização das drogas são frequentes, causadas pelos embates entre os que qurem a legalização das drogas e o que não aceitam, pois vêem sua liberação prejudicial.
Mesmo com a droga ainda não legalizada, muitas pessoas acabam destruindo suas vidas e consequentemente suas famílias, com a apliação do tráfico que além de colocar cidadãos em uma vida ilegal, gera dependência química por parte dos usuários.
A legalização irá causar mais problemas do que já existem hoje, pois se hoje as pessoas matam, morrem e destroem suas vidas pelas drogas, o que poderá acontecer em um país com tão poucas políticas públicas para um problema de tão alta gravidade.
Entretanto, muitos pensam que a legalização das drogas ílicitas iriam restringir o tráfico, mas o tráfico iria só ampliar-se, pois os traficantes iriam arranjar meios de torná-las ainda mais acessíveis, barateando-as bem mais e concorrendo com o mercado.
Reunindo as consequências e os prejuízos já causados pelas drogas tanto no âmbito familiar, como profissionalmente, constatamos que a legalizaçãoseria o estopim para situação que atualmente já é bem difícil
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Trioputeiro
Samuel Portela, eu e André Escorcio. O simples fato de ter que almoçar juntos passando por dificuldades ora superadas, nos uniu, formou o nosso grupinho de nome nada formal, o TRIOPUTEIRO. Tínhamos até um mascote, um limão. Não éramos e nem queríamos ser o grupinho "nerd" da turma, ainda que houvesse em nós a preocupação de estudar e tirar notas boas. André até hoje se defende dizendo e se auto-intitulando como o comportado do grupo, dou crédito a ele por querer se defender, mas, estava longe disso meu amigo. kkk
Eu já tinha conhecido o Samuel muito antes do mundo CEFET, antes da família 303, o cara estudava na mesma escola de ensino fundamental que eu. E o André? Bem, esse rapaz, sempre simpático, puxou um diálogo comigo no dia do teste biométrico em que nós alunos tínhamos que fazer, no final das contas nunca descobri a utilidade disso (não sei se ainda existe isso). Iniciando-se as aulas e a necessidade de ter que estudar de forma integral, nos obrigava a passar o dia na escola, eu e Samuel morar no maiobão bem como André na Cidade Operária dificultava a volta pra casa. Foi aí, neste contexto, que os laços se entrelaçaram. Samuel nunca levava comida, o alimento de André era divino e o meu? Bem, o meu era alvo de reclamações diárias, kkk diziam que eu era dono de uma granja, só levava frango. rs! Conosco também almoçavam o Marcos e o Thiago que compravam suas quentinhas. Passar aquelas horas alí no nosso "quintal" era a melhor parte do dia. Comer, descansar, jogar bola, nadar. Tem coisa melhor que isso? Nem nos importávamos para as aulas que procederiam na tarde, sempre chegávamos 20 ou 30 minutos atrasados. Mesmo acontecendo isso, nunca estivemos abaixo de ninguém pois sempre demos conta do recado, nas provas, trabalhos, tanto é que não ficamos pendentes em nada. Ressalto que como um grupo numa turma de tantos grupos, nós nunca brigamos um com o outro, nunca houve desavenças, nunca deixamos de falar um com o outro. Isso sempre foi o mais legal. As Las Poderosas sempre foi o grupo que menos gostou da gente, (kkkkkkkk) e a Elite 03 foi o que mais simpatizou. Fora da sala de aula, não tinha quem não nos conhecia, a gente atentava muito, Samuel, claro, era o pai das atentações. Mas, nossos fiéis companheiros era o pessoal de Eletrotécnica, comandados por Hevilon, conhecido também por Márcio Vitor.
O tempo passou, a separação no âmbito do CEFET foi necessária, arrancar os papéis dos murais, gritar nos corredores, bater em calouro, faltar aula para jogar bola ou vôley, comer feito loucos na lanchonete, atentar professores em aulas noturnas, cantar em inglês com tradução amorosa, enganar o vigia mentindo nossos nomes, seduzir Silas ou o Lio Ribeiro, desligar estabilizadores em laboratórios de química e tantas coisa mais, não poderão ser mais feito. Hoje, todos trabalhamos, temos nossas responsabilidades, todo mundo namorando menos eu, né André? kkkkk Valeu a pena galera...Vocês são boa parte daquilo que foi bom na minha vida até agora. Mais do que amigos, grandes irmãos que eu sem vergonha alguma digo: AMO VOCÊS!
sábado, 17 de setembro de 2011
Quase sem querer
Foi a partir desta letra, mesmo que bem tarde, aprendi que o amor não tem pressa. Acredito que o amor 'vai de bicicleta'. Então, aprendi que devemos e precisamos lapidar cada sentimento verdadeiro por outra pessoa existente em nós. Indo de bicicleta, devagar, devagar, sempre no tempo de Deus. Quando eu encontrar o meu amor, vai ser assim!
Compartilho o vídeo com vocês, na voz da talentosa Zélia Duncan:
Dispensa qualquer tipo de comentário, abraços!
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Pensar antes de agir
Hoje já se fazem 6 meses do ato impensando mais idiota da minha vida. Venho pagando o preço por isso a cada dia das mais diferentes formas. Quisera eu ter sido mais inteligente ao longo do tempo, pudera eu poder consertar tudo o que eu fiz. Hoje não há mais espaços para lamentações, arrependimentos sempre existem, posto que isso vem atrelado a mim. E agora? Chorar? Sofrer? Chorar talvez, sofrer nunca. Mesmo porque cada lágrima derramada é válida, faltou isso nestes quatro anos, meu machismo e arrogância idiotas sempre blindaram o turbilhão de emoções e sentimentos existentes em mim. Mas isto são detalhes. Seria muito egoísta em dizer que esse outro na vida dela tenha menos amor que eu a oferecer? Pensei ter chances, mais uma chance de reiniciar o que havia interrompido, mas tolamente deveria saber que eu não sou o centro das atenções, eu nao sou o único ser existente na vida dela. Eu sinto muito a falta dela, e é tudo que eu posso sentir. Deus, cuida dela, abençoe-a, faça ela ser amada, eu sei que o senhor sabe que a gente não tem mais volta. Que assim seja!
Quem sou eu
- Peixoto
- Uma criança brincando à beira-mar com uma concha ou uma pedrinha mais lisa, enquanto o imenso oceano da verdade se encontra desconhecido.
Sentiram-se em casa.
Sentados à mesa.
Frequência
amor
(25)
poesia
(13)
Amigos
(12)
Música
(11)
dúvidas
(9)
Literatura
(8)
Sofrimento
(8)
Amizade
(7)
Futuro
(7)
saudade
(6)
Encantadora
(5)
Sozinho
(5)
educação
(5)
cinema
(4)
livro
(4)
mulher
(4)
Beatles
(3)
Brasil
(3)
Personalidade
(3)
dia
(3)
irmão
(3)
namorados
(3)
Eclético
(2)
Fama
(2)
Linguística
(2)
Maranhão
(2)
Mãe
(2)
Natal
(2)
Paul McCartney
(2)
Preconceito
(2)
começo
(2)
filme
(2)
fim
(2)
melancolia
(2)
onibus
(2)
tristeza
(2)
2010
(1)
2012
(1)
ADC
(1)
Ano Novo
(1)
Aquecimento
(1)
Blog
(1)
Boate
(1)
C02
(1)
Enem
(1)
Evento
(1)
Fast-food
(1)
Jornal
(1)
Martha
(1)
Máscaras
(1)
Nacionalismo
(1)
Noel
(1)
Pandinha
(1)
Poe
(1)
Praia
(1)
Resfriamento
(1)
Rio de Janeiro
(1)
Sisu
(1)
Soneto
(1)
Victor Hugo
(1)
alunos
(1)
aniversário
(1)
antíteses
(1)
arte
(1)
ausência
(1)
carta
(1)
discurso
(1)
dor
(1)
flores
(1)
ideologia
(1)
idosos
(1)
medo
(1)
mentiras
(1)
mestre
(1)
perfume
(1)
professor
(1)
profissão
(1)
redação
(1)
revolta
(1)
segredo
(1)
suspense
(1)
tecnologia
(1)
terror
(1)
tudo
(1)
ódio
(1)
Arquivo vivo / O blog em datas. é só clicar!
- outubro 2014 (2)
- abril 2014 (1)
- março 2014 (1)
- novembro 2013 (1)
- outubro 2013 (1)
- agosto 2013 (1)
- julho 2013 (1)
- janeiro 2013 (1)
- dezembro 2012 (1)
- novembro 2012 (2)
- outubro 2012 (1)
- agosto 2012 (3)
- julho 2012 (2)
- junho 2012 (2)
- maio 2012 (3)
- abril 2012 (2)
- março 2012 (3)
- fevereiro 2012 (4)
- janeiro 2012 (3)
- dezembro 2011 (4)
- novembro 2011 (2)
- outubro 2011 (2)
- setembro 2011 (4)
- agosto 2011 (2)
- julho 2011 (4)
- junho 2011 (4)
- maio 2011 (2)
- abril 2011 (2)
- março 2011 (2)
- fevereiro 2011 (1)
- janeiro 2011 (1)
- dezembro 2010 (1)
- novembro 2010 (2)
- outubro 2010 (2)
- setembro 2010 (2)
- agosto 2010 (2)
- julho 2010 (2)
- junho 2010 (3)
- maio 2010 (3)
- abril 2010 (2)
- março 2010 (3)
- fevereiro 2010 (3)
- janeiro 2010 (4)
- dezembro 2009 (3)





