Entre, puxe uma cadeira e sinta-se em casa

Espaço de reflexões e compartilhamento de ideias!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Difícil é esquecer!

 
Agora estou aqui em meu quarto pequeno, cabisbaixo de tanta tristeza. Não consigo para de pensar em tua covardia, ou em minha coragem idiota suicida, ainda não sei qual termo usar.

- Se morre de amor? - Se alguém me perguntasse isso eu responderia:
- Sim, morre! E enlouquece e não há analgésico.

Gosto de exaltar sentimentos, mas agora só consigo sentir dor. Desespero latente, vindo da morte da esperança que me fazia seguir. Em quê? Acreditando que você voltaria pra mim, mas não, você está com outro alguém. Isso é covardia, você não entende? Só com a certeza do fim é que estou tendo consciência da intensidade da dor da tua partida, da tua ausência em minha vida.

Amanhã vou fingir que estou bem, que você nunca existiu e que eu não te amo. Vou ter que seguir minha vida, continuar a trabalhar, comer, viajar e até sorrir. Mas será falsidade, me sinto meio torto, mais do que o normal. A parte bonita que havia em mim borrou, perdeu-se, secou, azedou.

Não vou dizer que nunca mais escreverei sobre você, mas posso dizer que tentarei. Eu cansei de amar sozinho, de amar errado. Entendi de uma vez que não vamos ficar juntos, mas não quero isso. Entendi que você nao me ama o suficiente para terminar e voltar comigo, que eu não consegui tocar o seu coração como esse outro, a ponto de você já ter feito esforços maiores do que os que não foram feitos em quatro anos. Eu sou tão ruim assim? Entendi. E por isso essas lágrimas insistem em cair descontroladamente.

Quem sabe um dia eu consiga ser uma pessoa melhor e até mesmo bonitinho. Então alguém poderá gostar de mim, quem sabe eu seja amado e todo esse nó aqui suma. Dizem que tudo se supera. Entertanto nesse momento não consigo em pensar amar ninguém, não gosto mais do amor. Só consigo pensar em apagar minha memória, esquecer que você existiu em minha vida. Esquecer essa sua rejeição. Esquecer que eu não sou um homem que nasceu para ser amado e que tenho que me conformar em ser amado nas outras áreas da vida.

Não consigo lhe agradecer por nada, não gosto e não quero hipocrisia. Eu quero pirar e sair por aí, sendo desejado, louco, quero descrer. Acho que nenhum beijo me fará feliz. E se te faz sentir melhor, saiba que eu sou apaixonado por você, mas não consigo dizer que lhe amo mais. Tô com tanta raiva de você que acho que daria um soco se você aparecesse em minha frente, pela sua covardia. Talvez você assim sentisse um pouquinho de dor.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Legalização das drogas: um risco à vida

Como proposta de redação em estudos intensivos para o ENEM e UEMA, passei como temática de redação para os meus alunos o seguinte tema: Drogas e descriminalização. Até os vestibulares, trabalharei com essa prática em sala de aula e publicarei aqui e em meu facebook aquela que mais se destacar em minhas avaliações, como esta da aluna Raniele Costa. Compartilho com vocês e peço que leiam e comentem sobre tais. Obrigado. (O título da redação é o título da nota).

 As discussões em torno da descriminalização das drogas são frequentes, causadas pelos embates entre os que qurem a legalização das drogas e o que não aceitam, pois vêem sua liberação prejudicial.
Mesmo com a droga ainda não legalizada, muitas pessoas acabam destruindo suas vidas e consequentemente suas famílias, com a apliação do tráfico que além de colocar cidadãos em uma vida ilegal, gera dependência química por parte dos usuários.
A legalização irá causar mais problemas do que já existem hoje, pois se hoje as pessoas matam, morrem e destroem suas vidas pelas drogas, o que poderá acontecer em um país com tão poucas políticas públicas para um problema de tão alta gravidade.
Entretanto, muitos pensam que a legalização das drogas ílicitas iriam restringir o tráfico, mas o tráfico iria só ampliar-se, pois os traficantes iriam arranjar meios de torná-las ainda mais acessíveis, barateando-as bem mais e concorrendo com o mercado.
Reunindo as consequências e os prejuízos já causados pelas drogas tanto no âmbito familiar, como profissionalmente, constatamos que a legalizaçãoseria o estopim para situação que atualmente já é bem difícil

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Trioputeiro

Samuel Portela, eu e André Escorcio. O simples fato de ter que almoçar juntos passando por dificuldades ora superadas, nos uniu, formou o nosso grupinho de nome nada formal, o TRIOPUTEIRO. Tínhamos até um mascote, um limão. Não éramos e nem queríamos ser o grupinho "nerd" da turma, ainda que houvesse em nós a preocupação de estudar e tirar notas boas. André até hoje se defende dizendo e se auto-intitulando como o comportado do grupo, dou crédito a ele por querer se defender, mas, estava longe disso meu amigo. kkk

Eu já tinha conhecido o Samuel muito antes do mundo CEFET, antes da família 303, o cara estudava na mesma escola de ensino fundamental que eu. E o André? Bem, esse rapaz, sempre simpático, puxou um diálogo comigo no dia do teste biométrico em que nós alunos tínhamos que fazer, no final das contas nunca descobri a utilidade disso (não sei se ainda existe isso). Iniciando-se as aulas e a necessidade de ter que estudar de forma integral, nos obrigava a passar o dia na escola, eu e Samuel morar no maiobão bem como André na Cidade Operária dificultava a volta pra casa. Foi aí, neste contexto, que os laços se entrelaçaram. Samuel nunca levava comida, o alimento de André era divino e o meu? Bem, o meu era alvo de reclamações diárias, kkk diziam que eu era dono de uma granja, só levava frango. rs! Conosco também almoçavam o Marcos e o Thiago que compravam suas quentinhas. Passar aquelas horas alí no nosso "quintal" era a melhor parte do dia. Comer, descansar, jogar bola, nadar. Tem coisa melhor que isso? Nem nos importávamos para as aulas que procederiam na tarde, sempre chegávamos 20 ou 30 minutos atrasados. 

Mesmo acontecendo isso, nunca estivemos abaixo de ninguém pois sempre demos conta do recado, nas provas, trabalhos, tanto é que não ficamos pendentes em nada. Ressalto que como um grupo numa turma de tantos grupos, nós nunca brigamos um com o outro, nunca houve desavenças, nunca deixamos de falar um com o outro. Isso sempre foi o mais legal. As Las Poderosas sempre foi o grupo que menos gostou da gente, (kkkkkkkk) e a Elite 03 foi o que mais simpatizou. Fora da sala de aula, não tinha quem não nos conhecia, a gente atentava muito, Samuel, claro, era o pai das atentações. Mas, nossos fiéis companheiros era o pessoal de Eletrotécnica, comandados por Hevilon, conhecido também por Márcio Vitor. 
O tempo passou, a separação no âmbito do CEFET foi necessária, arrancar os papéis dos murais, gritar nos corredores, bater em calouro, faltar aula para jogar bola ou vôley, comer feito loucos na lanchonete, atentar professores em aulas noturnas, cantar em inglês com tradução amorosa, enganar o vigia mentindo nossos nomes, seduzir Silas ou o Lio Ribeiro, desligar estabilizadores em laboratórios de química e tantas coisa mais, não poderão ser mais feito. Hoje, todos trabalhamos, temos nossas responsabilidades, todo mundo namorando menos eu, né André? kkkkk Valeu a pena galera...Vocês são boa parte daquilo que foi bom na minha vida até agora. Mais do que amigos, grandes irmãos que eu sem vergonha alguma digo: AMO VOCÊS!

sábado, 17 de setembro de 2011

Quase sem querer

Foi a partir desta letra, mesmo que bem tarde, aprendi que o amor não tem pressa. Acredito que o amor 'vai de bicicleta'. Então, aprendi que devemos e precisamos lapidar cada sentimento verdadeiro por outra pessoa existente em nós. Indo de bicicleta, devagar, devagar, sempre no tempo de Deus. Quando eu encontrar o meu amor, vai ser assim!
 Compartilho o vídeo com vocês, na voz da talentosa Zélia Duncan:



Dispensa qualquer tipo de comentário, abraços!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Pensar antes de agir

Hoje já se fazem 6 meses do ato impensando mais idiota da minha vida. Venho pagando o preço por isso a cada dia das mais diferentes formas. Quisera eu ter sido mais inteligente ao longo do tempo, pudera eu poder consertar tudo o que eu fiz. Hoje não há mais espaços para lamentações, arrependimentos sempre existem, posto que isso vem  atrelado a mim. E agora? Chorar? Sofrer? Chorar talvez, sofrer nunca. Mesmo porque cada lágrima derramada é válida, faltou isso nestes quatro anos, meu machismo e arrogância idiotas sempre blindaram o turbilhão de emoções e sentimentos existentes em mim. Mas isto são detalhes. Seria muito egoísta em dizer que esse outro na vida dela tenha menos amor que eu a oferecer? Pensei ter chances, mais uma chance de reiniciar o que havia interrompido, mas tolamente deveria saber que eu não sou o centro das atenções, eu nao sou o único ser existente na vida dela. Eu sinto muito a falta dela, e é tudo que eu posso sentir. Deus, cuida dela, abençoe-a, faça ela ser amada, eu sei que o senhor sabe que a gente não tem mais volta. Que assim seja!

sábado, 13 de agosto de 2011

O começo do fim. Parte - 2

Podem até pensar que eu ando revoltoso estes dias por criticar tanto o atual momento da faculdade onde estudo, na verdade, estão certíssimos. É isso mesmo!

Não há sentimento melhor que o de revolta para definir isso tudo, tenho certeza que não parte só de mim, as pessoas sensatas e que enxergam de verdade o quanto estamos sendo massacrados academicamente também estão comigo. Como as coisas em tão pouco tempo podem ter mudado tanto? Não existe uma alma que possa ver isso e que possa intervir por nós? Onde estão os coordenadores, professores, secretários? Para esta última eu tenho a resposta: os secretários são pobres marionetes deste sistema Kroton de (Des)educação, os professores nada podem fazer (encaixam-se no nosso caso), e os coordenadores, ah os coordenadores, falo com propriedade que não se importam com a gente. Gente, aquele primeiro momento no teatro deu vontade de vomitar vendo as coordenadoras dos cursos de letras, pedagogia e secretariado.

Ontem na aula de Ética profissional (reparem bem o nome da disciplina mencionada) tivemos uma conversa legal com a professora, nós mostrávamos nosso descontentamento, ela tentava nos acalmar com palavras de um futuro bom (não é a música do Jota Quest). Engraçado que ela não conseguia ir longe, eu, a Lidiane, Amanda e Viviane sempre armados estávamos. Complô? Não, não! Argumentados. Pontos que eu gostaria de ressaltar da conversa que a moça não teve pra onde correr.
  • Professora: Todas as disciplinas retiradas da grade curricular estarão de alguma forma em outras.
Nós: Vamos lá, lembremos quais delas foram deletadas do curso de letras: Língua Latina, História da Literatura, Estudo do Teatro, Leitura e produção Textual, Metodologia de Gramática, pra nossa decepção agora neste período, Estilística, Análise do Discurso e Pragmática. Poupe-nos desta explicação, né? Estamos no sexto período e nunca vimos nada e nem sabemos o que é estilística, teatro agente vê sempre, obras, e a história do teatro? Pragmática, esse nome me dá medo. Leitura e produção textual, se isso não for essencial, digam-nos o que é. Metodologia de gramática tivemos a nomenclatura da disciplina, conteúdo que é bom, rs. História da Literatura, uma das melhores em toda grade. A menina dos meus olhos, análise do discurso, se não fosse nossa querida professora Luciane Lira, nunca saberíamos, mesmo assim foi pouco: só Jesus! Enxugaram toda a grade para demitirem alguns professores. A visão aí é de qualidade ou financeira?
Assistir duas ou três aulas não são suficientes, não adianta vir com essa balela.

  • Professora: Piorou pra vocês, piorou pra gente também, melhorou pra vocês, melhorou pra gente, o importante é isso.
Nós: De bate-pronto falei logo a ela, “perdão professora, mas a gente, pelo menos eu, não consegui enxergar alguma melhoria ou vantagem nisso tudo”. Ela ficou calada. Se você que está lendo essa nota conseguiu, por favor, comente ou me ligue pra dizer qual foi, eu estou curioso.

  • Professora: O sistema deles é muito inteligente (ele faz isso, faz aquilo e blá blá blá)
 Nós: Só se for o sistema capitalista deles, esse nós sabemos que é!

  • Professora: São uma instituição internacional...Eles visam sempre a qualidade...Os meninos do Pitágoras também reclamavam e se acostumaram, eles até gostam.
Nós: Lá em cima esta pergunta está explícita. Qualidade pra quem? Pra nós? Pro bolso deles? Acho que pra eles, certo? Grande coisa ser internacional, até a igreja é...Eles são eles, nós somos nós. Acostumaram-se porque nada puderam fazer, assim como na FAMA do Amapá, na entidade deles no Rio de Janeiro. Aqui pode até ficar do jeito que está, mas gostar disso, não eu!

Encerrando por aqui, ela fez uma colocação infeliz acerca do porquê da venda da FAMA para o grupo Kroton, ou foi conversa pra boi dormir, ou Deus que me perdoe, mas essa Dona Zenira não bate bem da cabeça não. Se a faculdade era a vida do Ribamar Fiquene, por qual razão ela vai vender? Não seria mais óbvio continuar com a vida dele aqui? Ele morre e a faculdade morre também? Sei não. Como disse uma amiga, ele deve estar no túmulo de olhos vendados agora, pelo menos não tá vendo o que fizeram com a vida dele. Que Deus o tenha!
Encerro a nota com um trecho da bela Canção dos Tamoios do grande Gonçalves Dias.

A vida é combate,
Que os fracos abate,
Que os fortes, os bravos,
Só pode exaltar.


Que esse seja nosso espírito diante da vida, de força e bravura.

Abraços.
Peixoto!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O começo do fim

Que mês turbulento esse para a FAMA. Uma mudança drástica já anunciada ocorre e deixa muita gente insatisfeita, mais do que isso, revoltados e tristes. Não sabíamos que seria assim, de maneira tão nojenta e podre!

Um grupo de empresários que se acham os revolucionários da educação brasileira, compra a faculdade e implanta o seu sistema e método de ensino ultrapassado e mesquinho. Tá, eles são os donos, fazem o que quiserem na casa deles, nós? Temos que nos adequar oras!. Fico feliz pela Perla Allvez que encerrou seu ciclo da graduação com êxito e não passará pelas mãos destes seres. Fico triste pelos que virão, quando o curso de Letras foi prioridade em instituição privada? Nosso horário foi alterado (digo, diminuído) como se três horas e quarenta já não fossem pouco. A grade novamente foi mudada e eu nem sei até quando vai ser isso. E nossa iniciação científica? Jaz meus amigos, a Fama não é universidade, portanto, não precisa de pesquisa. Lamentável!!! Não serão eles que me farão parar de pesquisar, não estou morto. Com o aval de nossa incompetente coordenadora de curso, uma grande e excelente professora foi demitida, a professora Marília (nossa eterna amada só matando, kkk) entrando em um grupinho seleto, entre eles o meu respeitado professor Josemar. Na verdade esse "só matando" bem que cairia legal nesses individuos.

Muita gente fica passivo a isso tudo, não se importa. A resposta é simples, apenas sair de casa, fingir que é estudante, fazer o necessário para conseguir um diplomazinho, é o que move essas pessoas. Ainda têm a cara de pau de me chamarem de birrento, sem humildade. Eu pergunto a eles...o que eles fizeram até agora nestes dois anos e meio além de "assistir" aulas? Façamos a nossa parte, se depender dos que estão aí, eles não farão por nós!

Como diria meu orientador, este é o começo do fim!